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ALCOOLTERAPIA ANIMAL
 Adoro plantas e gosto de animais. Todavia, gosto de ver os animais na natureza, soltos, na amplitude da sua liberdade. Os ditos animais de estimação são patéticos. Via de regra são adestrados por seus "donos" para preencher as suas carências afetivas, ou as suas dificuldades para lidar com hu- manos. São ideais para pessoas inseguras, pois obedecem rigorosamente as ordens, os comandos que lhes foram passados no adrestamento profissional, ou no doméstico. Jamais contestam os "donos" e deles são fiéis servidores em qualquer situação. Ouvem tudo e nada falam. Mesmo se eventual- mente agredidos, são capazes de cortejar seu agressor. Abanam sempre os rabinhos, e assim são ótimos para quem gos- ta de bajulação. São companheiros! Como não sê-lo, se criados em cárcere? Ah... têm direito a um espaço mínimo, ou um passeio semanal! Grande esmola, para quem poderia ter o mundo, mesmo corren- do todos os riscos decorrentes dessa escolha... Não gosto de animais em estado de estimação. Onde eles existem, há sempre seres humanos com problemas de completa interação social. Por mais ampla que seja a sua roda de conviventes. Por mais equilibrados que possam parecer. Por mais saúde emocional que possam transparecer. Quer eles admitam, ou não! Eu não gosto de pássaros na gaiola, nem de cães no quintal... Mas, no entanto, adoro animais. E os meus amigos que os têm em estado de estimação...
PERLLA AMOR DE DEUS!!!  EM CASA... SÓ SE FOR UMA DESSAS CACHORRAS DO FUNK!!!
TIM-TIM!!!
Escrito por machmel às 21h59
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INTRAGÁVEL  Muito conhecido, em outras épocas, por gostar exacerbadamente de coca, o Rei do Futebol Argentino, Diego Maradona, não gostou na- da de ver o seu nome estampado no rótulo de uma cerveja. Provavelmente, ele não mais quer mais vê-lo associado às drogas. De minha parte, dificilmente experimentarei esta novidade, já que sou fiel às loiras brasileiras, e delas não abro mão. Das morenas, das mulatas, etc, etc, também! E como!!! Quem sabe, um dia, talvez, para comemorar uma vitória da Sele- ção Brasileira contra a Argentina, na próxima copa. Aí... desce um copo! Como já disse o Zagalo, Maradona: não somos nós, mas sim você quem vai ter que nos engolir! Agora, sem dúvida, os argentinos têm um lenitivo para amargar as derrotas de sua seleção e empurrá-las goela abaixo. Não sou bairrista, mas prefiro a graça de um samba, ao formalis- mo de um tango! Kaiser pro Maradona! E uma cerveja da boa pra nós!!! Que a gente merece demais.
DOIS ARGUMENTOS IRREFUTÁVEIS... 
PRA VOCÊ EXPERIMENTAR UMA CERVEJA!!! DIGAM QUE NÃO... TIM-TIM!!!
Escrito por machmel às 23h51
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PORQUE HOJE É SÁBADO... 
Luciano Rezende e Lavoisier
Sábado é o meu dia! Algumas pessoas não gostam muito disso, mas o que eu posso fazer?!!! Como trabalho de segunda a sexta, e tiro o domingo pra descansar, só me resta mesmo o sábado, pra cuidar de mim e de minha alma boêmia. Via de regra, acordo bem cedo, por volta das 5 horas da manhã, e pri- meiramente cuido de alguns afazeres domésticos... Às vezes, até preparo o almoço, ou encaminho-o. Depois, sigo os meus caminhos do sábado. Dou um beijo na minha mulher e nas minhas filhas, faço o santo no- me-do-pai, e saio para a minha Via Sacra. Minha esposa é uma das que não gostam muito do meu sábado, mas eu já expliquei a ela que as minhas incursões nesse dia são vitais para a minha própria existência... E ela vai, meio que engolindo, meio que tole- rando o meu dia. Até quando, não sei. Divido o meu sábado em três turnos. No primeiro turno, vou para o que chamo de "nosso escritório": Praia do Bessa, barraca do Golfinho. Lá me encontro com meus novos amigos (Luciano e Lavoisier), e fala- mos sobre música, política e mulheres ( porque ninguém é de ferro, não é?...). A regra é muito clara na mesa: um minuto de silêncio e de meditação em todas as vezes que uma mulher muito bonita passar pelo corredor da barraca, se dirigindo à praia. Meio o que Vinícius de Morais e Tom Jobim faziam em Ipanema, no Rio dos anos 60, e que redundou na famosa músi- ca "Garota de Ipanema". É a nossa missa, e são sagrados minutos de silêncio, diante do mar, que é o nosso templo. Depois desse turno, vou pro segundo tempo do jogo, que a esta altura já está 4 a zero pra mim: quatro runs, quatro cocas zero. 
Ricardo e Davi nos teclados. Saio da Praia do Bessa, e vou para a Praia de Tambaú, rumo à Barraca "Pé na Areia", onde o mestre Davi já esquentou os seus teclados nas vozes marcantes do Alberto "Gonçalves" e do Ricardo, ex-jogador do Esporte Clu- be Recife. Alí, fico até as 17 horas, me deliciando com as canções buriladas pelo Mestre Davi e com o mágico visual da Praia e do Mar. É, sem dúvida, o lugar mais lindo das praias urbanas de João Pessoa! Terminado este segundo tempo, precisamente às 17 horas, todos os sá- bados, vou então ao Bar do Tusta, no bairro de Manaíra, e lá saboreio mais de uma dezena de seresteiros, que se revezam cantando o mais variado re- pertório de canções: só profissionais, até os amadores. Findo este "round", volto pra casa, com a alma realimentada para viver mais uma semana. E me lembro de Vinícius de Morais, "Porque hoje (essencialmente) é sá- bado".
UM MINUTO DE SILÊNCIO...  POR FAVOR!!!
TIM-TIM!!!
Escrito por machmel às 05h38
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ULTIMAMENTE... ANDO COM UM POUCO DE SORTE... DESCOBRI UMA CERVEJA COM O MEU NOME... 
DESCOBRI UM VERMOUTH COM O MEU NOME... 
SÓ NÃO DESCOBRI O NOME...  E NEM O TELEFONE DESTA VERDADEIRA GUARDIÃ DO PARAÍSO! BEBA EU... E BENZA-A DEUS!!!
TIM-TIM!!!
Escrito por machmel às 21h17
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ENCONTRO DE TITÃS  Este encontro aconteceu em Campinas, no último dia 10/10/2009, no aniversário do meu irmão Neto: 40 anos. Se juntar o que este pessoal já bebeu de cerveja, dá mais de um caminhão, sem dú- vida! O mais importante, contudo, foi ver o "Mestre dos mestres", meu pai, com um copo de whisky na mão, como nos velhos tempos... Este foi bom de copo! Segundo os meus amigos, até hoje o melhor! Meu amigo e cunhado Buza não faz vergonha no quesito; o Waldir, outro amigo, é uma motoniveladora bebendo. O Neto, meu irmão, dá pro gasto e eu sou o mais fraqui- nho deles, imaginem... Valeu a festa, mano. Valeu o Whisky, meu pai. Valeu termos estado juntos, meus amigos! Até a próxima, se Deus quiser, porque nós queremos! TREMO SÓ EM PENSAR QUE TEM GENTE QUE, SE TIVESSE QUE ESCOLHER...  FICARIA COM O CARRO!!!
TIM-TIM!!!
Escrito por machmel às 21h55
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SEXO VIRTUAL EIS O CÚMULO DA INSENSIBILIDADE! ESTE SUJEITO NUM BEBE, COM CERTEZA... VAI GOSTAR DE INTERNET ASSIM... LÁ NA PUTA QUE O PARIU!!! 
COM CERTEZA TÁ TOMANDO NO "E-MAIL" TODOS OS DIAS. E NA ENTRADA DA SUA USB, SÓ CABE UM LEGÍTIMO PÊNIS-DRIVE!!! POBRE COITADO... VAI AMANHECER SEMPRE... COMPUTADOR DE CORNO!!! AINDA BEM: SOBRA MAIS PRA NÓS. TIM-TIM!!!
Escrito por machmel às 22h27
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JUNTOS E MISTURADOS  Um lugar lindo...  E uma família maravilhosa!!!
Sábado foi dia de festa! Viajei de João Pessoa a Campinas para comemorar os 40 anos do meu irmão. Cheguei no sábado, às 10 horas da manhã, e vol- tei no voo das 23:41 do domingo: um autêntico bate-e- volta. Mas como valeu! Toda a família Machado reunida num local muito bonito! Foram 50 litros de chopp, algumas dúzias de cer- vejas e outras garrafas de Whisky para relaxar. Churrasco de primeira, música boa, ao vivo. Esteve tudo em ordem. Parabéns ao meu irmão, duas vezes: uma pelo aniversário propriamente, e outra pelos dias que nos proporcionou! NETO: A CARNE ESTAVA ÓTIMA.... 
MAS O PIMENTÃOZINHO DA SALADA... ESTAVA MELHOR AINDA!
TIM-TIM!!!
Escrito por machmel às 12h54
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HOMEM-TUPPERWARE 
Vocês não acreditam: eu também não sabia como escrever tupperware. Leitura é cultura!
Não gosto muito de publicar textos de terceiros. Mas este do Xico Sá, do Blog Carapuceiro, tem tudo a ver e mere- ce esta exceção. Espero que gostem...
Minha amiga M.Y. se especializou em pegar aquele tipo de homem noturno e boêmio que não economiza nos tragos e, invariavelmente, retorna para o rancho sem condições técnicas para a conjunção car- nal ou qualquer abofelamento que possa se chamar de sexo. São os melhores, ela prega: a excelência, o suprassumo, o filé em matéria de abate e diversão em tempos modernos. A este ser avul- so, clandestino e simpático, que à noite ronda a cidade, batizamos de homem-tupperware. A desalmada M.Y., típica predadora do ciclo do macho perdido, nos explica a terminologia adotada no folclore baladeiro: trata-se do sujeito que a gente guarda no final da noite para comer na manhã se- guinte. O homem-tupperware, ela diz, com toda a sinceridade des- se mundo, é o novissimo Casanova, um monstro na cama, um demô- nio, desde que seja respeitado no seu intocável estado de porre. Ele desperta com a fúria dos grandes e imbatíveis amantes, relata a mo- ça, ainda com os lábios febris a derreter o gloss da tara e do desejo. O macho desse gênero é uma dócil criatura que não dá quase tra- balho, prossegue a bela afilhada de Balzac, um mulherão para 300 talheres. Segundo M.Y., esse tipinho de homem se encontra ali na faixa dos 40 ou mais, já foi casado ou se trata de um solteiro con- victo e não vai grudar na barra da sua saia como faria um imaturo ho- mem mais jovem. O sujeito que se guarda como a um bom fiambre no tupperware, reforça a amiga, é um homem quase perfeito: apaga assim que deita na cama, portanto não corre o risco de desfiar besteiras ou tecer fal- sas promessas. É praticamente um homem sem mentiras, o que se torna um épico em se tratando da raça, diz M.Y., com mais uma demão nas suas peculiares tintas do exagero. A criatura do gênero nem sempre percebe a sua condição de presa guardada para o abate matinal. A não ser os profissionais do ramo, figuras menos machistas que flanam pela noite com o desapego e o lirismo de um poeta do século XIX. Estes adoram e ainda fazem sone- tos, com odes ao acaso, enquanto a predadora ingere sua inocente tige- linha de iogurte com cereais. Para M.Y., é bom que se frise, pouco importa se o tal sujeito tem pen- dores românticos ou não passa de um tosco que usa apenas 10 por cen- to da cabeça animal. O que vale é a serventia da presa, ri a desgraça- da, enquanto mapeia a geografia boêmia para os próximos ataques, co- mo um tubarão recifense que mira as canelas dos surfistas mais cevadi- nhos de Boa Viagem. Sim, a amiga especialista reconhece: com a lei seca no volante dimi- nuiu um pouquinho, um pouquinho de nada mesmo, o número de ho- mem-tupperware dando sopa nos bares e botecos. Esse tipo de macho, além de prevenido, tem uma confiança danada no próprio taco – já sai de casa dando como certa a carona do bonde chamado desejo. .........................................................................................................
CADÊ A MULHER... 
QUE VAI ME FAZER... UM HOMEM-TUPPERWARE?!!!
TIM-TIM!!!
Escrito por machmel às 19h13
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BOM DE NOVO  Estou refém do "efeito sanfona": taxas (triglicérides e colesterol) que sobem e baixam ao meu bel-prazer ! Desta vez, me invoquei, fiz um regime alimentar e, depois de 12 dias, sem medicação, reduzi novamente meus números. O triglicérides despencou de 250 para 84, e o colesterol já está no ní- vel "aceitável" (141), próximo do ideal (abaixo de 129). E a regressão se deu sem esforço físico nenhum! Moral de estória: Se eu me cuidar, elimino todos os meus problemas de saúde. Ah... Nestes dias, deixei também de consumir a cerveja! Com certeza, teve influência na redução do triglicérides. Não me tornei abstêmio, não... Passei a beber rum e vodka, com coca-zero! Valeu o sacrifício: regime sem perda do prazer! Segredo: muito legume e fruta, e frango e peixe, além de pão inte- gral. Nada, mas nada mesmo, de queijos e manteigas. Só isto!
E POR FALAR EM SAÚDE...  VALEI-ME DEUS, HEIN?!!!
TIM-TIM!!!
Escrito por machmel às 21h09
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RESSACA MORAL  Um dia desses, um amigo meu me pediu pra falar sobre ressaca. - Bota lá no teu Blog, fala sobre a ressaca amaldiçoada! Argumentei com ele que já havia escrito sobre esse monstro te- nebroso, que vez ou outra assola a vida de nós, etiliqueiros. Mas ele insistiu. - Eu estou falando sobre a ressaca moral, Mél. Pedi-lhe pra que me explicasse do que se tratava, e então enten- di finalmente o que queria dizer. A ressaca moral da qual falava, diz respeito àquela que aplaca os indíviduos que exageraram na "cachaça" e, em função disso, pas- saram da conta com alguma desconhecida. É aquela situação de quem é casado, está bebendo no boteco e, de repente, se engraça com uma fulana, que também está ali de bo- beira. Aí o papozinho começa, vêm as trocas de gentilezas, os carinhos preliminares, os beijinhos, os abraços; depois os apalpos, o reco- nhecimento dos corpos etc., etc., etc... Quando há muita resistência moral, não se chega aos finalmen- tes. Mas, normalmente, o "clímax" acaba acontecendo. Aí - meu amigo! - sofre menos que tem mais jogo de cintura! No dia seguinte, vem o arrependimento. E, para purgar o arrependimento, sobrevêm os malditos sinto- mas da ressaca. É desconforto pra sujeito nenhum botar defeito. Mas, como bêbado é uma raça sem juízo, três ou quatro dias são suficientes para pagar os pecados. Normalmente, a ressaca começa no domingo e nos abandona na quinta-feira. Daí, o que era arrependimento, vira saudade! Sexta-feira, o capeta sai às ruas novamente. O mesmo neguinho, volta praquele mesmo boteco, conta uma porção de vantagens pros seus amigos, e fica todo ansioso. Já na terceira cerveja, chama o garçon para uma conversa ao pé de ouvido e lhe pergunta: aquela fulana já apareceu hoje por aqui?... O coração acelera, quando ela entra no bar e senta-se na me- sa ao lado, como se nunca nada tivesse acontecido. Eita lasqueira das noites e tardes etiliqueiras!!!
AÍ, ELA SE SENTA NA MESA AO LADO...  E VAI ME DIZER... QUE VOCÊ RESISTE?!!!
TIM-TIM!!!
Escrito por machmel às 08h14
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A MORTE DO AMOR  O AMOR MORREU, NÃO DE VELHO, MAS DE CANSADO... NÃO RESISTIU AO CRIVO DO ESPELHO, NO CONFRONTO DA IMAGEM COM O PASSADO. O AMOR MORREU, NÃO DE VAZIO, MAS AFOGADO, NUM POÇO DE MÁGOA, NUM CANTO SOMBRIO DE UM PEITO FECHADO. O AMOR MORREU, NÃO DE TIRO, MAS DE ENFADO... MORREU SUFOCADO NA PRÓPRIA LIBIDO; MORREU ESQUECIDO NA TRISTE ROTINA DOS QUE SÃO CASADOS. O AMOR MORREU... (NEM CRISTO DÁ JEITO!) MORREU DE DEFEITO, DE VÍCIO INSANÁVEL... MORREU POR SER LIVRE E NÃO TER LIBERDADE; MORREU POR SER AVE QUE FOI ENGANADA NUM ENGODO SEM-PAR, POIS DERAM-LHE ASAS E, TODA EMPENADA, AMARGA UMA PRAGA: NÃO PODE VOAR!!!
LAVA ROUPA TODO DIA.... 
QUE AGONIA!!! TIM-TIM!!!
Escrito por machmel às 21h23
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UM CAMINHÃO DE CERVEJAS 
Eu, e alguns amigos meus, costumamos dizer que já tomamos um caminhão de cervejas, durante toda a nossa vida etílica. Exageros à parte, eu acredito que, somados os estoques bai- xados por mim e esses amigos, devemos realmente estar muito perto de alcançarmos esta façanha. Por outro lado, nesta longa jornada, nunca conseguimos en- contrar uma pessoa que bebesse 10 cervejas em 3 horas! É íncrível, sabemos que existe gente gabaritada para o feito, mas nunca presenciamos a execução da tarefa! Alguém se habilita?... Só não vale vomitar... Nem no meio, nem depois! Cuidado! Muita gente boa já fez papel de palhaço tentando cumprir esta aposta. Os que tiveram juízo, desistiram antes do vexame! Mas tomar um caminhão de cervejas, em 30 e poucos anos, acho que já conseguimos... Você acha pouco?!!!
SOMOS DE UM PELOTÃO 
QUE ATÉ PERDE ALGUMAS PARADAS... MAS QUE JAMAIS PERDE A HORA PRA TOMAR UMAS GELADAS!!! TIM-TIM!!!
Escrito por machmel às 20h37
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PÔR-DO-SOL 
Neste mês, estive 3 vezes na Praia do Jacaré, vendo o pôr-do-sol ao som de Jurandy do Sax, executando o "Bolero de Ravel". Numa dessas vezes, sequer o sol deu as caras, mas o ritual foi cum- prido da mesma forma. É, e sempre será emocionante, o espetáculo do ocaso. A gente faz um balanço da vida em alguns minutos, como se fosse confessar, antes da extrema-unção. E sol nos informa que tudo é passageiro... Quantos dias ainda teremos?... Quantos sóis ainda veremos no horizonte?!!! Quem sabe?... Pouco importa, o que vale é contemplar o espetáculo da vida, é ver a primeira estrela no céu, quando o sol se apaga nos morros.
"E AS NUVENS VÃO SE PASSANDO, ENSINANDO DO TEMPO - FUGAZ! - ACORDANDO OS QUE ESTÃO SONHANDO, E ASSUSTANDO OS QUE JÁ NÃO SONHAM MAIS!"
COMO É LINDA A SOLIDÃO... 
DE UM FINAL DE TARDE, NUMA PRAIA DESERTA!!!!
TIM-TIM!!!
Escrito por machmel às 07h25
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UM DIA DE TATU  "Comer tatu é bom, pena que dá dor nas costas..." Quem não se lembra dessa letra jocosa de Dinho, do saudoso grupo Mamonas Assassinas? Pois é... Ontem foi meu dia de comer tatu! Ou melhor, foi o dia de eu fazer um tatu para alguns amigos comerem. O último tatu que eu tinha comido foi no ano de 1990. Preparado pelo também meu saudoso amigo China, cozinheiro de man- cheia, e cabra pra qualquer parada! Voltando ao assunto, ontem meu amigo Braga trouxe um tatuzinho pra eu preparar nas nossas já consagradas sextas culinárias. A impressão inicial não foi das melhores, visto que o bichinho veio com casca e tudo! Primeira tarefa: retirar o casco do bicho. Foi feito. Todos os que iriam degustar o tatu viram-no ainda na casca. Moral da estória: uma das amigas desistiu do almoço. Tratei o tatu e levei-o ao fogo, na panela de pressão. Lá ficou por quarenta minutos, com batatas que foram colocadas na panela nos 15 minutos finais. Prato pronto, hora de comê-lo! Não ficou ruim, mas também não ficou bom! Oras, era simplesmente um tatu! Todos comeram apenas um pedaço, somente para experimentar a no- vidade. Ninguém ousou repetir a carne, muito embora ninguém a tenha regurgitado. Conclusão a que cheguei: outro tatu só daqui a uns 20 anos! Ou na mesa de um boteco, regado a muita cachaça! Tatu é prato de botequeiro, que nem bunda de formiga, colhão de boi, miolo, passarinha, rim etc. Sem umas boas doses de cana, ninguém jamais comerá um tatu lim- pando a boca e querendo mais. Duvido!!! Não é também um prato sofisticado, é apenas e tão-somente uma car- ne diferente, nada mais. Na próxima vez, vou tentar fazê-lo ao vinho. Quem sabe, fique mais palatável.
TÔ MAIS PRA TATU "POP-ROCK" 
ESTAS DESCEM SEM CACHAÇA!!! TIM-TIM!!!
Escrito por machmel às 08h06
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VIA SACRA  Primeiramente, eu gostaria de reconhecer que ando com sorte ulti- mamente! Não fosse esta minha nova companheira, sexta passada à noite não teria tido um desfecho muito bom para mim. Após ter ido tomar "umas" com meu amigo Roberto, na Praia do Ca- bo Branco, fui levá-lo para casa e -pasmem!- no lugar mais inesperado, fui surpreendio e parado por uma blitz policial. Gelei! Tinha tomado 4 runs e umas cocas zero! Como diz o Roberto: O jogo tava 4 a zero pra mim. Ficaria, sem dúvida, acima da média no teste do bafômetro. Mas... providência divina, o comandante da operação, após ter me pedido os documentos, dispensou-me antes mesmo que eu pudesse apresentá-los. Coisa de Deus, ou do capeta, sei lá... Mudando de assunto, e dentro do mesmo tema, não existe coisa mais chata que bêbado chato! Já no sábado, fui ouvir uma boa música na Barraca "Pé na Areia". Fui brindado com a excelente voz e repertório do Engenheiro Alberto. Um Nélson Gonçalves das novas gerações! O papo foi bom, as companhias muito agradáveis, mas... quase no fi- nal da música, surgiu um sujeito já meio baleado, dizendo-se ex-joga- dor do Botafogo... e pronto! Lá se foi a minha tranquilidade... Logo eu que sou Flamenguista! Tive que aturar um papo de bêbado! O cara, se não bastasse, me confundiu com algum outro ex-jogador! Só se for o Marinho do Bota, que foi meu apelido nos anos 1974! Por fim, me encheu de beijos! Pode?... Tive que chegar em casa e tomar um banho imediatamente! Cada uma... Vida de etiliquero não é fácil! Se fosse mulher, e usasse batom, iria ser encrenca na certa. Eu contei pra Adriana, minha esposa, mas vocês acham que ela acre- ditou em mim?... Qual o quê! Ainda tive que ir dormir com a pecha de mentiroso. PENSE NUMA POLICIAL... 
QUE EU FARIA QUESTÃO DE ENCONTRAR NUMA BLITZ!!!
TIM-TIM!!!
Escrito por machmel às 20h05
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